terça-feira, 19 de julho de 2011

Padres


Padre Luiz Carlos Senigalia:
Final de 2001 à 2005
Hoje está na Paróquia São Tiago Apóstolo (Jardim Santiago)


Padre Luiz Carlos Senigália é da cidade de Alvorada do Sul, no Paraná. Seus pais, Benedito e Maria do Carmo eram pequenos sitiantes da zona rural daquela cidade. Porém, foram afetados pelas barragens das hidrelétricas: tiveram inundada a sua pequena propriedade e foram morar na cidade.
Mas, no dia 16 de dezembro de 1965, ainda sitiantes, estavam na cidade para o nascimento do quarto filho. Seus irmãos mais velhos, Vera, Maria Aparecida e José, viram o crescimento de seu novo irmão, menino levado, que sabia aproveitar as brincadeiras inocentes que ainda podemos encontrar no interior de nossas grandes cidades.
Brincava de “pegar coquinhos”, as castanhas das árvores, e vencia quem apanhava o maior número, ficando com a metade daqueles que perdiam o jogo. Divertia-se muito de “pega-pega” sobre as árvores; isto mesmo, sorteavam-se as crianças, que iam subindo nas árvores, e o último que ficava deveria subir e tentar pegar o que já estava lá.
Aos sete anos vai para uma escola rural próxima ao sítio que morava com seus pais e irmãos. Sua primeira professora chamava-se Luzia e ficou na escola rural até 1972; quando passou para a terceira série do Primeiro Grau foi para a cidade. Sempre foi bom aluno e sua matéria favorita era Matemática. Estudou em Alvorada do Sul até terminar o Segundo Grau.
Teve uma adolescência normal de um rapaz que atendia obediente as ordens de “seu” Benedito, sempre muito rigoroso. Lembra-se perfeitamente que sua primeira “saída” aos 17 anos foi para passear na praça, ao redor da fonte luminosa.
Aos 20 anos ingressa num Grupo de Jovens da igreja local, dedicada a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Lá encontra sua primeira namorada, mas ela foi vencida pelo chamado de Deus para o sacerdócio. Tinha certeza de que fora escolhido para a vocação sacerdotal, mas continuou amadurecendo sua missão ao presbitério ainda no Grupo de Jovens. Ajudou-o nesse discernimento o Pe. Benedito Libânio, do Pime, em Ibiporã-PR.
Hoje afirma que sua vocação foi no tempo certo e muito bem pensada e decidida com segurança.
Em 1991, com 26 anos, muda-se para Palhoça, cidade de Santa Catarina, e vai estudar no Seminário Propedêutico, lá permanecendo um ano para testar sua espiritualidade, que permaneceu firme e decidida.
Em 1992 vai para Brusque, também em Santa Catarina, para a FEBE – Fundação Educacional Brusque – estudar Filosofia. A sua vida seguia o ritmo normal de formação para o sacerdócio; seus passeios eram em grupos com os padres, sempre pautados pelo ideal religioso. Porém, em 1994, quando já havia terminado o curso superior, sua vida sofre um impacto muito grande: machuca gravemente a coluna vertebral em uma partida de futebol. Decide ir morar em Londrina-PR, principalmente como forma de receber o atendimento médico de que precisava. Após o tratamento, saiu vencedor e curado de seu acidente.
Em 1995 ingressa no Seminário Paulo VI, na cidade de Londrina para cursar Teologia. Se na sua cidade e mesmo em Santa Catarina tinha muitas amizades, aqui em Londrina sua convivência mostra-se mais complicada, tendo dificuldades em estabelecer novas amizades, com exceção de seu colega Benjamim, um grande amigo, hoje também padre na cidade de Paranavaí-PR.
Um fato marcante em sua vida foi a morte, em 1997, de uma sobrinha, filha de sua irmã Maria Aparecida, aos 13 anos em um acidente.
Conclui seus estudos e é ordenado Diácono em 27 de julho de 1998. Em 7 de fevereiro de 1999, é ordenado Padre por Dom Albano Cavallin, Arcebispo da Arquidiocese de Londrina e pelo Bispo Auxiliar na época, Dom Vicente Costa. Sua ordenação aconteceu em Alvorada do Sul, sua cidade natal.
No dia de sua ordenação sacerdotal fica sabendo, por um amigo, que sua avó paterna havia consagrado um de seus netos a Deus. Carlos ou Pe. Carlos, como ainda é chamado pelos seus pais e na cidade de Alvorada do Sul, inicia seu ministério com muita fé e esperança.
Devido ao pequeno número de padres, logo assume sua primeira paróquia, Nossa Senhora Aparecida, na Vila Oliveira, da cidade de Rolândia-PR. Desenvolve um trabalho pastoral bem amplo, dando continuidade a todos os movimentos, pastorais e serviços que encontra em funcionamento naquela igreja. Lá permaneceu até 3 de janeiro de 2000.
Dirige como Reitor o Seminário Menor Bom Pastor a partir de fevereiro de 2000 até janeiro de 2002.
Em seguida, é transferido para a recém-criada Paróquia Santo Antônio, do Jardim Cafezal em Londrina, sendo o seu primeiro pároco. Antiga capela, contava com uma construção grande e já estava destinada a ser transformada em paróquia. Vive lá uma experiência muito importante em trabalhar com a periferia de uma grande cidade. Tem que começar tudo praticamente da “estaca zero”. Com notável capacidade de trabalho, empenha-se muito em criar e consolidar as atividades pastorais. Além disso, a paróquia tem nove capelas e, para uma delas, a de Nossa Senhora da Esperança, chega a escrever uma oração dedicada à padroeira.
Segue seu caminho quase que intuitivamente, praticamente sem uma orientação específica, a não ser as diretrizes gerais da Arquidiocese, mesmo sendo um padre com pouco tempo de ordenação.
Em junho de 2003 é chamado para dirigir também o Secretariado de Pastoral do Centro Arquidiocesano de Pastoral Jesus Bom Pastor, com 20 horas por semana. Declara que não houve nenhum motivo específico para esta indicação, mas pode-se supor que o seu trabalho com as pastorais na periferia da cidade tenha ajudado na decisão do Arcebispo.
No Secretariado de Pastoral é o encarregado das discussões do XV Plano de Ação Evangelizadora da Arquidiocese de Londrina, abrangendo os anos de 2004 a 2007. Extremamente criterioso, inicia o trabalho ouvindo todas as paróquias pelos resultados de suas Assembléias Paroquiais; depois, realiza as Assembléias Decanais para sintetizar os documentos das paróquias, os quais foram submetidos ao Conselho Presbiteral, a fim de colher sugestões para o novo plano e garantir a comunhão e a participação na Assembléia Arquidiocesana, que foi realizada em 26 de junho de 2004.
O tempo passa e se verifica que o tamanho da Arquidiocese exige uma dedicação maior ao Secretariado de Pastoral. Assim, em janeiro de 2005, Pe. Luiz assume em tempo integral seu trabalho no Centro de Pastoral e, para não deixar de ter contato com uma paróquia, dedica-se nos finais de semana a duas paróquias com o mesmo padroeiro, São José, mas uma em Irerê e outra em Paiquerê, distritos de Londrina. Dá seguimento aos trabalhos das irmãs que são responsáveis pelas paróquias, celebra missas e administra os demais sacramentos.
Com a morte do Pe. Carmelo, em 29 de agosto de 2005, assume interinamente a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora em 5 de setembro. Traz alegria a uma comunidade que está sofrendo muito com a perda de seu querido pároco, que esteve com ela durante 10 anos.
Assim escreveu Pe. Luiz na sua primeira mensagem aos paroquianos:
“Queridos irmãos e irmãs paroquianos, neste primeiro editorial, quero, antes de mais nada, agradecer a Deus e à comunidade. Sinto-me muito bem acolhido, apesar do pouquíssimo tempo de casa. Desde o primeiro momento, percebi que se tratava de uma comunidade grande, bem organizada e com muitas pastorais, movimentos e lideranças. Ainda que minha permanência seja por pouco tempo, estejam certos que estarei me dedicando ao máximo. Sou uma pessoa aberta, transparente, feliz e amo a minha vocação” (Jornal Presença Viva, setembro de 2005).
Jogo Rápido
Família: seus pais moram na cidade de Alvorada do Sul, e sua mãe é uma exímia salgadeira; seu pai, aposentado, ajuda nas encomendas da mãe; seus irmãos já estão casados.
Comida Predileta: Arroz, feijão e salada.
Diversão: Futebol (paixão).
Time: Palmeiras, com muitas alegrias.
Música: MPB e Rock Nacional.
Leituras: Livro de caráter espiritual, além de leituras de obras religiosas.
Cor: vermelha.
Frase Favorita: “Seja feliz”.
Entrevista
Pe. Luiz: "Obrigado por tudo"
Pároco por seis meses da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, Pe. Luiz Carlos Senigália assumiu a comunidade na primeira semana de setembro de 2005, tendo pela frente a responsabilidade de dar prosseguimento a todos os trabalhos desenvolvidos pelos grupos, pastorais e movimentos. Pe. Luiz teve como desafio atuar pela primeira vez em uma paróquia central.
Conheça, nesta entrevista, um pouco da experiência do Pe. Luiz à frente da comunidade, suas conquistas e seus projetos futuros.
Presença – Como avaliaria estes cinco meses?
Pe. Luiz – Foi um tempo muito bom. Confesso que, antes de chegar, tive um certo receio e muita ansiedade, pois era a primeira paróquia do centro que eu assumia. Estava há 5 anos – 2 anos como vigário e 3 anos como pároco – na Paróquia Santo Antônio, no Cafezal. No entanto, toda minha ansiedade foi superada pela maneira como fui acolhido.
Presença – O senhor era Coordenador Pastoral da Arquidiocese e conheceu bem a realidade de outras paróquias. Como vê os nossos grupos, movimentos e pastorais?
Pe. Luiz – Apesar das paróquias terem características próprias, há situações que são comuns à maioria delas. Temos sempre muitas pessoas engajadas nos movimentos e pastorais e também um grande contingente de pessoas não atuantes. No entanto, a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora é uma comunidade que trabalha com grande consciência (todos os grupos, movimentos e pastorais) se comprometendo com o Reino de Deus.
Presença – Sua maneira de celebrar as Missas é calorosa e querigmática, sempre anunciando o amor de Deus. Herdou de alguém estas características?
Pe. Luiz – É um estilo próprio. Minha maneira de celebrar é a maneira como vejo a vida. Um vez ouvi um padre dizer: "Celebre cada missa como se fosse a primeira e a última de sua vida. Viva cada dia como se fosse o primeiro e último". Sendo assim, meu lema de vida sempre foi celebrar e viver bem. Mas herdei um pouco essa maneira alegre de ser dos religiosos. Fui seminarista do PIME (Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras) por cinco anos. Fiquei um ano no seminário de Ibiporã e mais quatro anos em Santa Catarina, sendo um ano em Palhoça e três em Brusque. Os religiosos missionários, em geral, são pessoas alegres.
Presença – Por que optou por ser padre diocesano?
Pe. Luiz – Foi um discernimento feito juntamente com meu orientador espiritual. Ainda era seminarista, no PIME, quando um problema de coluna me levou a refletir. A minha saúde poderia ser um empecilho para sair em missão. Com o tempo, no entanto, percebi que minha vocação era diocesana. Em 1994 sai do PIME e ingressei no curso de Teologia do Seminário Paulo VII, sendo ordenado em 7 de fevereiro de 1999.
Presença – Você é uma pessoa bastante afetiva, como é sua relação com seus familiares?
Pe. Luiz – Sou o caçula de quatro irmãos: duas mulheres e dois homens. Esse fato já revela muita coisa. Sou muito próximo de minha família e tenho como princípio que amar intensamente minha própria família, me ensina a amar a família espiritual dada por Deus.
Presença – Quando surgiu sua vocação?
Pe. Luiz – O primeiro episódio que me recordo foi aos 8 anos, quando disse pela primeira vez que gostaria de ser padre. Mas a semente ficou adormecida até os 20 anos, quando participei de um encontro de oração e percebi que tinha a vocação sacerdotal. Fiquei 3 anos em discernimento e entrei para o seminário com 23 anos.
Presença – Quais os trabalhos que já realizou nestes 7 anos de ordenação?
Pe. Luiz – Comecei na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Rolândia. Fui reitor de Seminário Menor, em Londrina, depois vigário e pároco da Paróquia Santo Antônio, por cinco anos. Nesse tempo, assumi também a Coordenação Pastoral da Arquidiocese. Por fim aceitei o desafio de ser pároco da Nossa Senhora Auxiliadora.
Presença – Quais são os projetos para o futuro?
Pe. Luiz – Fico aqui até o próximo final de semana, dia 23 de fevereiro. Depois estarei me mudando para São Paulo, onde ficarei por um ano no Centro Mariopolis, fazendo uma experiência dentro do Movimento Focolares, do qual já participo há alguns anos.
Presença – Por que os Focolares? Que estará fazendo neste período de um ano?
Pe. Luiz – Identifico-me com o carisma dos Focolares, que é a unidade. Além disso, ter descoberto que "Deus é amor e nos ama intensamente" é o que mais me atrai. Os trabalhos realizados pelos Focolares são os mais diversos possíveis, como o diálogo ecumênico, a economia de comunhão, os encontros em Mariapolis, a adoção à distância, o trabalho com as crianças, adolescentes, jovens e as famílias, entre outros. Além disso, eles se expressam muito bem pela música e pela arte. Durante este um ano, estarei estudando e atuando na comunidade, ou seja, terei a teoria e a prática.
Presença – Que diria aos paroquianos?
Pe. Luiz – Nossa! Tanta coisa poderia dizer. Vou resumir: obrigado por tudo que vivi aqui! Pela amizade de tantas pessoas, pelo carinho, pela compreensão, pelo acolhimento... Que todos acolham o Pe. Romão tão bem quanto acolheram a mim.
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Fonte da Entrevista: Jornal Presença Viva, fev. 2006.


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Padre Acir Scarcini:
27/02/2005
         à 
27/01/2008
Hoje está na Paróquia São João Batista (Bela Vista do Paraíso)
                                                                                    
No dia 27 de janeiro a Paróquia Santo Antônio se despede do Padre Acir e Padre Lourival, com uma emocionante celebração. Todas as comunidades estiveram presentes, foi uma despedida comovente e não houve quem não lacrimejasse os olhos, diante de tanta emoção! Afinal, foral muitas conquistas, nesse período tão precoce! Ao término da Santa Missa os dois padres foram homenageados pelas as crianças que entregara-lhes um presente.
Emocionados Padre Acir e Padre Lourival agradecem a todos, recebendo o caloroso abraço de despedida dos paroquianos.
E no dia 3 de fevereiro 2008, o Padre Jorge decano da região sul, empossa o novo páraco da Paróquia Santo Antônio: Padre Sebastião Armando Tomé que é acolhido por todos os paroquianos, familiares e amigos. Brevemente estará conosco o Padre Flávio Ramos Mendes, que atuará como vigário. Todos os paroquianos saúdam os dois pela nova missão. 

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Padre Lourival Zati:
01/10/2007
        à
27/01/2008                                                                                    

Hoje está na Paróquia Jesus Cristo Libertador (Conj. Maria Cecília)


Padre Lourival Zati, ficou como diácono na Paróquia Santo Antonio por alguns meses até a ordenação Presbítero para a Arquidiocese de Londrina. Data: 28 de julho de 2007
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Padre Flávio Ramos Mendes:
01/02/2008
        à
01/06/2008                                                                           
Hoje está na Paróquia São Sebastião (Conj. Milton Gavetti)


Queridos irmãos em Cristo, aproveito o momento para saúdá-los e agradecer a Deus a oportunidade de fazer parte dessa Paróquia Santo Antônio e desejar a todos um ano 2008 cheio de bênçãos e realizações.
Falando sobre minha vocação, gostaria de dizer que ela tem duas faces, o chamado de Deus e o sim pessoal. As duas faces da vocação estão relacionadas entre si e com a realidade cultural, Juntamente com as bênçãos e com as pedras que encontramos no caminho. Seja como for, o chamado de Deus em minha vida surgiu desde a infância quando ia à igreja com minha mãe. Sentia no padre um carinho e uma admiração pelo seu trabalho e isso me tocou o coração. E como filho de família católica, desde a infância vivi na igreja. Sou filho do Orlando R. Mendes e da Fátima Ozan R. Mendes, pais maravilhosos, anjos de carne e osso em minha vida, tenho apenas um irmão, o caçula, Leandro R. Mendes, essa é a sagrada família onde nasci e dei os primeiros passos na fé. Aos 6 anos entrei nos vicentinos e permaneci até os 15 anos, essa missão foi muito importante, me ensinou a amar e ajudar as pessoas mais carentes. Aos 9 anos entrei nos coroinhas ajudando na Paróquia Cristo Rei em Cambé. Aos 15 anos entrei no grupo de jovens e lá permaneci até entrar no seminário. Em 1989 comecei acompanhamento vocacional com um padre Claretiano, eu tinha vontade de ser missionário. Depois de 5 anos de acompanhamento, encontros decidi entrar. Digo que o sim foi uma graça de Deus, porque nessa época eu já estava desmotivado, querendo namorar, fazer faculdade, já trabalhava com meu pai, minha vida estava caminhando para outro rumo, mas dei um sim inesperado, penso que foi o Espírito Santo. Enfim, fiz 2 anos de seminário menor em Rio Claro (SP), depois 3 anos de filosofia na cidade de Batatais (SP), fiz 1 ano de Noviciado em Belo Horizonte (MG), 3 anos de teologia em Curitiba (PR), fui 1 ano para missão no Mato Grosso, cidade de Novo São Joaquim. Depois por vários motivos, sai da Congregação dos Missionários Claretianos e voltei para casa de meus pais, chateado, desanimado com os espinhos da vida, então comecei uma Pós-Graduação em Informática na educação e no outro ano em 2004 entrei na Arquidiocese de Londrina. Em 2005 terminei a pós-graduação e comecei o mestrado em Educação nesse mesmo ano, concluindo-o em 2007. Fiz o último ano de Teologia em Londrina no Seminário Paulo VI em 2004. Em 2005 fiz trabalhos pastorais na Paróquia Nossa Senhora do Carmo (Ouro Branco), foi um ano abençoado e conturbado. Em 2006 fui ordenado Diácono e depois de um ano exercendo o diaconato, fui ordenado sacerdote no dia 10 de março de 2007. Também fiquei no ano de 2006 em Tamarana ajudando o distrito de Lerroville junto com o Padre José Onero o qual aprendi muito, uma pessoa muito querida, um grande companheiro. Em 2007 fui designado para ser vigário na Paróquia de São Lourenço com o Padre Jorge o qual manifesto meu carinho e respeito. Agora em 2008, Dom Orlando me enviou para trabalhar com o Padre Armando e juntos nos dedicaremos para que nossa Paróquia cresça ainda mais em tamanho, sabedoria e graça de Deus. Resumidamente, assim que o padre Flávio chegou aqui nessa querida paróquia. Encerro essa pequena autobiografia desejando a todos um grande abraço, que Maria nossa mãe nos ensine a ter paciência, fé e a vivermos como família cristã, para que na Páscoa possamos realmente celebrar o Cristo Ressuscitado e vivo em nossas casas, fazendo de nosso lar um pedacinho do céu.
                                                                       Padre Flávio Mendes
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 Padre Edivan Pedro dos Santos:
15/11/2008
          à 
01/01/2009                                                          

Hoje está na Paróquia Santuário Nossa Senhora Aparecida (Vila Nova)

      
            Desde o dia 05 de setembro, que estou nesta Paróquia de Santo Antônio. Meu nome é Edivan Pedro e fui ordenado diácono no dia 09 de agosto deste ano. E com ordenação presbiteral marcada para o dia 20 de dezembro.
   Sou o filho mais velho de cinco irmãos. Meu pai já é falecido. Nasci em Ibiporã, em julho de 1972. Cresci na cidade, e desde muito cedo trabalhei para ajudar no sustento da casa. Engraxei sapatos, vendi doces, recolhi papelão, e trabalhei em fábricas de móveis e fôrro. Por conta disso, fiquei sem estudar por quatro anos.
  Minha caminhada vocacional foi longa. E que o me despertou a vocação foi e experiência do encontro com o ser humano, por meio do grupo de escoteiros e do movimento estudantil, e a experiência de que Deus é amor.
   Fiquei no seminário por 11 anos. Comecei no seminário missionário do PIME, onde estive por seis anos, concluindo o curso de Filosofia. Depois de uma experiência internacional, deixei o PIME e voltei para o Brasil. Foram quase três anos de “vida leiga”, tempo que me engajei na minha paróquia, que lecionei história e filosofia e sociologia nas escolas de Ibiporã, PR e conclui uma pós-graduação na UEL, na área de ética e política. Retomei a caminhada, agora no seminário diocesano Paulo VI, formando-me em Teologia no ano passado, pela PUC-Londrina. No início desse ano, começamos uma experiência nova no caminho formativo: estágio pastoral numa paróquia, para lidarmos com questões administrativas e financeiras, e também burocratas da vida paroquial. É também um tempo de preparação para as ordenações, diaconal e presbiteral.
   Durante meu período de formação, cresci muito. Aproximei de Deus através do encontro com o ser humano que sofre, e, agora, Deus me reenvia de voltar ao ser humano. É assim que procuro não me esvaziar num espiritualismo barulhento, muito menos num humanismo inconseqüente ou folclórico. Minha atitude humanista é cristocêntrica e meu cristianismo é teocêntrico, como vislumbrava o Papa Paulo VI.
   Estou ainda me localizando nessa Paróquia. Vim com a atitude de somar, de ajudar naquilo que for necessário. Estou à disposição das pastorais, movimentos e serviços dessa paróquia. Penso que devemos trabalhar na dimensão de uma Igreja ministerial, onde os carismas particulares estejam orientados para construção gradual da comunhão eclesial.
   Aproveitou também para agradecer ao Padre Armando, por me acolher em sua casa, dando-me condições para exercer mais plenamente meu ministério diaconal. Está sendo uma experiência ótima. Deus abençoe seu sacerdócio.
   Conto a oração de vocês, para ser um diácono santo, saudável, sábio e servidor – mensagem final de D. Orlando no dia da minha ordenação diaconal.
  Deus abençoe suas vidas, famílias e trabalhos.  Amém.                                                                         
Padre Edivan está hoje no Santuário de Aparecida na Vila Nova                                                      Rua Grajaú, 257 - Vila Nova - Londrina - Paraná



Padre Sebastião Armando Tomé:
03/02/2008
        à 
31/01/2009                                                             



Padre Armando nasceu em Itumirim (MG) no dia 29 de janeiro de 1968, é um dos 8 filhos de Sebastião Tomé e Ana da Conceição de Souza (in memória). Ao começar a caminhada na igreja, percebi que também poderia dar minha colaboração, se colocando a inteira disposição do Senhor, dando um sim a Deus. Mesmo morando em São Paulo, dei o meu sim a Deus aqui no Paraná, afinal, o vento sopra quando e para onde quer, assim é o Espírito Santo. Fui convidado a trabalhar aqui nessa arquidiocese e aceitei, e estou até hoje, feliz em servir essa querida mãe igreja de Londrina. Minha caminhada aconteceu assim: em 1994 entrei no seminário e estudei três anos de filosofia em Apucarana, depois fiz quatro anos de teologia no Instituto Paulo VI de Londrina. Durante o período de formação ajudei nos trabalhos pastorais em diversas paróquias.
Fui ordenado padre no dia 23 de dezembro de 2001 em Florestópolis, escolhi como lema da ordenação: “Eis-me aqui Senhor, envia-me” (Is 6,8). É o Senhor que nos convoca, somos apenas semeadores. Sinto-me um eterno missionário a serviço do Reino de Deus. Após a ordenação sacerdotal trabalhei em 4 paróquias: Nossa Senhora da Luz (Jd. Do Sol), São Roque (Tamarana), Jesus Cristo Libertador (Cj. Maria Cecília); Nossa Senhora dos Imigrantes (Jd. Novo Bandeirantes) e Santo Antônio (Cj. Hab. Cafezal IV)  Estou feliz em estar aqui e juntos vamos vencer os desafios com serenidade e diálogo. Estou aqui para servir o Senhor na pessoa dos irmãos e irmãs, então mãos a obra!
Hoje está na Paróquia São José Bento Cotolengo (Miraselva)

Abraço fraterno
                                                      Padre Armando 
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Pe. Claudinei Souza da Silva
Natural de Londrina - PR.
Criado no distrito de São Luiz. É Sacerdote desde 13/12/1998. Exerceu várias atividades dentro da Igreja
Formado em Filosofia, Teologia com
pós-graduação em Comunicação Social. Escritor, Historiador, Professor,
Boleiro, Gosta de um bom churrasco rodeados pela família e amigos.
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 Padre André Almeida Dias: (01/02/2009)                                            
Paróquia Santo Antônio (Cafezal IV)







                 Padre André nasceu em uma Família de seis irmãos, filho de Nelson Almeida Dias e Tereza Lopes de Moura Dias. Seu irmão mais velho Nelson, teve um papel fundamental na descoberta de sua vocação.
Padre André ingressou no seminário São Pio X, dos Padres Teatinos aos 17 anos, na cidade de Fartura. Aos 18 começou seu noviciado.
Com 20 anos ingressou na Faculdade de Filosofia em Guarulhos São Paulo, e com 23 anos começou a faculdade de Teologia no Instituto Jesuíta de Belo- Horizonte.
Com 25 anos foi ordenado Padre na cidade de Taquarituba, SP. Logo em seguida foi para Guarulhos onde foi reitor do seminário de filosofia.
Em novembro de 2005, foi para Roma (Itália), onde foi vigário paroquial por dois anos da Paróquia São Caetano.
Voltando para o Brasil foi pároco na cidade de Fartura, SP, Paróquia Nossa Senhora das Dores, e assumiu em 2009 a Paróquia Santo Antônio (Cafezal IV) em Londrina –PR


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